Serviços
Prestação de serviços de radiologia para clínicas e hospitais
Contrate técnicos de radiologia para operação presencial, remota ou híbrida, conforme a rotina e os horários críticos do seu CDI.
Operação presencial
Técnico dedicado no seu hospital ou clínica, integrado ao fluxo local, sem vínculo CLT com sua instituição.
Ressonância magnética (RM)
Mamografia
Radiografia
Hemodinâmica
Conformidade operacional
Certificações, Anvisa e vigilância sanitária no centro da operação
A operação técnica precisa ter documentação clara para auditorias e fiscalizações. Por isso, os equipamentos de robótica cedidos pela ProDiagnose são certificados e rastreados por número de série vinculado ao CNPJ da unidade.
Rastreabilidade por número de série
Cada equipamento cedido é vinculado ao seu identificador técnico e à unidade responsável, criando histórico para controle, conferência e auditoria.
Documentação para fiscalização
Apoiamos a organização dos registros que ajudam a unidade a responder exigências de Anvisa, vigilância sanitária e governança interna.
Operação alinhada à unidade
Certificação, rastreio e cessão do equipamento acompanham o CNPJ, o fluxo e o padrão documental do hospital ou clínica.
Telecomando e operação remota
Quando a presença física não é obrigatória, nossos técnicos apoiam a operação à distância com protocolos definidos e integração ao fluxo da unidade.
Ideal para reduzir ociosidade e manter janelas noturnas e fins de semana cobertos sem inflar quadro fixo.
Perguntas frequentes
Respostas objetivas para avaliar operação presencial, remota ou híbrida.
O modelo exige uma equipe de enfermagem ou suporte local treinada para posicionamento e administração de contraste. O operador remoto mantém contato visual via câmeras HD e áudio bidirecional com a sala. Além disso, dispositivos de hardware (como robôs de console) permitem o controle total do equipamento com latência mínima, garantindo que o exame só comece quando o paciente estiver seguro.
É necessário um link de internet dedicado e redundante com baixa latência (Ping < 50ms). A integração é feita via VPN segura para proteger os dados sensíveis (LGPD). O software de comando remoto deve estar integrado ao DICOM da modalidade para que as imagens subam automaticamente para o PACS assim que concluídas.
Sim, esta é uma das maiores vantagens. Como o operador remoto costuma ser um especialista, ele consegue aplicar protocolos avançados que um técnico generalista local poderia ter dificuldade. A padronização dos protocolos no console garante que a qualidade da imagem seja constante em todos os turnos.
Apenas 3 pontos de rede e 3 pontos de energia.
De duas à três horas de equipamento parado para a implantação de hardware e software.
Não altera nem física e/ou software.
Geralmente, a empresa terceirizada fornece o Supervisor das Instalações Radiológicas (SIR), mas a responsabilidade pode ser compartilhada. A terceirizada assume a gestão das escalas, treinamentos e o cumprimento das normas da RDC 611/2022, desonerando o RH do hospital de lidar com faltas, férias e rotatividade.
Através de KPIs (Indicadores de Desempenho) bem definidos no contrato, como:
- Tempo de ciclo (turnaround): tempo desde a entrada do paciente até a liberação da sala.
- Índice de reconvocação: quantidade de exames que precisaram ser repetidos por erro técnico.
- Uptime do equipamento: garantia de que a equipe está pronta para operar assim que a máquina estiver disponível.
O ideal é um modelo híbrido. A terceirizada traz melhores práticas de mercado para otimizar o tempo de aquisição e reduzir a dose de radiação, mas esses protocolos devem ser validados pelo corpo clínico de radiologistas do hospital para garantir que atendam às necessidades de diagnóstico da instituição.
O operador remoto atua como um "vigia técnico". Ao detectar sinais de mal-estar via câmera ou áudio, ele interrompe o exame imediatamente e aciona o protocolo de emergência via canal de áudio dedicado com a enfermagem local. A responsabilidade clínica direta é da equipe presencial e do médico radiologista de plantão, mas o operador remoto é o primeiro a fornecer os dados técnicos da fase da injeção para o suporte médico.
Não. Os sistemas de telecomando modernos possuem uma trava lógica: quando o comando remoto está ativo, o console físico entra em modo de observação (ou vice-versa). Além disso, o botão de emergência físico (Emergency Stop) no console local sempre tem prioridade absoluta sobre qualquer comando de software remoto, garantindo a segurança física imediata.
Através da análise sistemática dos arquivos DICOM e logs do sistema. Trimestralmente, o coordenador de radiologia revisa o ruído das imagens, o posicionamento (centralização no gantry) e se os parâmetros de dose (DLP/CTDI) estão dentro dos níveis de referência estabelecidos pela instituição.
Isso deve ser definido no SLA (Acordo de Nível de Serviço). Geralmente, a terceirizada, por estar na ponta da operação, é responsável pela abertura imediata do chamado e pelo acompanhamento do técnico de manutenção, mas o custo da peça ou do contrato de manutenção costuma ser do hospital (proprietário do ativo). O ganho aqui é a agilidade: a terceirizada tem interesse direto que a máquina volte a operar para bater suas metas de produção.
O contrato deve prever cláusulas de retenção de talentos e qualificação mínima. Uma boa prática é exigir que a empresa terceirizada mantenha uma "Equipe Core" (líder técnico e técnicos seniores) fixa na unidade, permitindo rotatividade apenas nos níveis de suporte ou em escalas de plantão específicas.
É o modelo de maior crescimento no Brasil. Durante o dia, uma equipe presencial lida com o alto volume e pacientes ambulatoriais complexos. À noite e nos fins de semana, o hospital utiliza o telecomando para cobrir o pronto-socorro, reduzindo drasticamente o custo com horas extras, adicionais noturnos e sobreavisos, mantendo a máquina produtiva 24h.
A aceitação do corpo de enfermagem e dos médicos radiologistas. A enfermagem passa a ter mais protagonismo na sala e o radiologista precisa confiar que a imagem que chega para ele laudar foi feita por alguém que ele não vê. A solução é envolver essas lideranças na escolha da empresa parceira e na validação dos primeiros protocolos.