Custo CLT real
Salário médio somado a encargos trabalhistas, multiplicado pela equipe e anualizado.
Calculadora de ROI
Informe dados simples da equipe técnica e veja a economia anual estimada ao comparar o custo CLT com um modelo ProDiagnose. Os números mudam automaticamente enquanto você preenche.
Simulação
Use valores médios atuais. Se algum dado ainda não estiver fechado, comece com uma estimativa e ajuste depois.
Em vez de olhar apenas para o mês, avalie o impacto anual: é esse valor que pode voltar para margem, agenda e capacidade operacional.
A simulação usa os mesmos critérios do modelo original: salário, encargos, volume técnico e redução estimada para mostrar a economia anual potencial.
Salário médio somado a encargos trabalhistas, multiplicado pela equipe e anualizado.
Aplicação da redução estimada sobre o custo anual atual para simular um contrato terceirizado.
O número principal mostra o impacto acumulado em 12 meses, não apenas a variação mensal.
Respostas rápidas para as dúvidas mais comuns antes da terceirização.
O modelo exige uma equipe de enfermagem ou suporte local treinada para posicionamento e administração de contraste. O operador remoto mantém contato visual via câmeras HD e áudio bidirecional com a sala. Além disso, dispositivos de hardware (como robôs de console) permitem o controle total do equipamento com latência mínima, garantindo que o exame só comece quando o paciente estiver seguro.
É necessário um link de internet dedicado e redundante com baixa latência (Ping < 50ms). A integração é feita via VPN segura para proteger os dados sensíveis (LGPD). O software de comando remoto deve estar integrado ao DICOM da modalidade para que as imagens subam automaticamente para o PACS assim que concluídas.
Sim, esta é uma das maiores vantagens. Como o operador remoto costuma ser um especialista, ele consegue aplicar protocolos avançados que um técnico generalista local poderia ter dificuldade. A padronização dos protocolos no console garante que a qualidade da imagem seja constante em todos os turnos.
Apenas 3 pontos de rede e 3 pontos de energia.
De duas à três horas de equipamento parado para a implantação de hardware e software.
Não altera nem física e/ou software.
Geralmente, a empresa terceirizada fornece o Supervisor das Instalações Radiológicas (SIR), mas a responsabilidade pode ser compartilhada. A terceirizada assume a gestão das escalas, treinamentos e o cumprimento das normas da RDC 611/2022, desonerando o RH do hospital de lidar com faltas, férias e rotatividade.
Através de KPIs (Indicadores de Desempenho) bem definidos no contrato, como:
O ideal é um modelo híbrido. A terceirizada traz melhores práticas de mercado para otimizar o tempo de aquisição e reduzir a dose de radiação, mas esses protocolos devem ser validados pelo corpo clínico de radiologistas do hospital para garantir que atendam às necessidades de diagnóstico da instituição.
O operador remoto atua como um "vigia técnico". Ao detectar sinais de mal-estar via câmera ou áudio, ele interrompe o exame imediatamente e aciona o protocolo de emergência via canal de áudio dedicado com a enfermagem local. A responsabilidade clínica direta é da equipe presencial e do médico radiologista de plantão, mas o operador remoto é o primeiro a fornecer os dados técnicos da fase da injeção para o suporte médico.
Não. Os sistemas de telecomando modernos possuem uma trava lógica: quando o comando remoto está ativo, o console físico entra em modo de observação (ou vice-versa). Além disso, o botão de emergência físico (Emergency Stop) no console local sempre tem prioridade absoluta sobre qualquer comando de software remoto, garantindo a segurança física imediata.
Através da análise sistemática dos arquivos DICOM e logs do sistema. Trimestralmente, o coordenador de radiologia revisa o ruído das imagens, o posicionamento (centralização no gantry) e se os parâmetros de dose (DLP/CTDI) estão dentro dos níveis de referência estabelecidos pela instituição.
Isso deve ser definido no SLA (Acordo de Nível de Serviço). Geralmente, a terceirizada, por estar na ponta da operação, é responsável pela abertura imediata do chamado e pelo acompanhamento do técnico de manutenção, mas o custo da peça ou do contrato de manutenção costuma ser do hospital (proprietário do ativo). O ganho aqui é a agilidade: a terceirizada tem interesse direto que a máquina volte a operar para bater suas metas de produção.
O contrato deve prever cláusulas de retenção de talentos e qualificação mínima. Uma boa prática é exigir que a empresa terceirizada mantenha uma "Equipe Core" (líder técnico e técnicos seniores) fixa na unidade, permitindo rotatividade apenas nos níveis de suporte ou em escalas de plantão específicas.
É o modelo de maior crescimento no Brasil. Durante o dia, uma equipe presencial lida com o alto volume e pacientes ambulatoriais complexos. À noite e nos fins de semana, o hospital utiliza o telecomando para cobrir o pronto-socorro, reduzindo drasticamente o custo com horas extras, adicionais noturnos e sobreavisos, mantendo a máquina produtiva 24h.
A aceitação do corpo de enfermagem e dos médicos radiologistas. A enfermagem passa a ter mais protagonismo na sala e o radiologista precisa confiar que a imagem que chega para ele laudar foi feita por alguém que ele não vê. A solução é envolver essas lideranças na escolha da empresa parceira e na validação dos primeiros protocolos.